E que áde ser de mim?... Oh Ceos, eu morro.

Ai de mim! Ja (quem tanto me queria)

Naõ me ouve aqui xorar mesmo ao pe dele!

Ja naõ fala, morreu... Forte desgrasa,

Senhor, forte desgrasa! Quem diria

Que n'um pouco de vinho fose a morte?

Mas ah! que a mim do sonho inda me lembra

Que ele os tempos atrás de noite teve!

Oh mal-aventurado, triste dia!

Nunca tu... E asim continuava