Cá a gente (já se vê) n’essas alturas, arrebitava a pança com o brodio, a vêr os toiros de palanque; e, como elles ainda escabeceiam no curro, vae-lhes mettendo a sua farpa muito honradamente.

Depois da explosão da coisa, principiou a desembestar-se por ahi a mais sordida mistela de pilherias apanascadas, que tiveram echo no districto, como se o ridiculo de tudo isso não fosse bastante para nos fustigar o rosto e alvoroçar o sangue.

A partida perdeu-se. Quem a pagou (e foi carita) chorou sete dias e sete noites. Os pyrotechnicos metteram-se em copas. É da praxe: nas barracas do Pim-pam-pum, quem ageita os bonecos não paga entrada. Entra pela prenda...

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Farpeemos...

Depois d’essa dejecção politica, os campos conservam-se armados, medindo-se os adversarios com rancor. No meio d’elles, lá está o sôpro, o bufo (caso b)—eterno pômo de discordia.

Progressistas teimam em obstar que a gente em occasião de festa, possa, á noite, dar a sua gaitada por essas ruas e muralhas.

Regeneradores, pela penna auctorizada do Senhor Joaquim, como Juiz da Senhora da Saude, invectivam o Ministerio, reclamando a livre expansão do bufo (b).

E agora, que estamos em maré de syndicatos, n’esta carencia de bufo (b) muito dinheiro podiam ganhar alguns senhores cá da terra e aquelle barqueiro de Vigo...