Para essa conferencia abririeis as portas ao povo, a esse eterno ignorante sempre explorado, porque o não educam; e se os vossos recursos podessem contribuir para uma verdadeira e util obra de patriotismo, a esse mesmo official pedirieis que vos escrevesse um pequeno volume onde, em linguagem chan, clara, perfeitamente intuitiva e ao alcance de todas as intelligencias, se desenrolasse a historia do nosso Passado e a historia d’essa vergonhosa alliança com a corte dos lords.
Distribuirieis depois, oito centos ou mil exemplares d’essa publicação pelas freguezias do concelho, pelas escholas, pelas ruas.
E então, amigos, com os brados de cólera e com as exclamações de desalento que a miragem das nossas gloriosas conquistas provocaria, poderieis compôr um hymno—um verdadeiro hymno nacional, magestoso, triumphante, imponente de enthusiasmos, arrebatador de generosos sentimentos, palpitante de sincero, energico e irresistivel Patriotismo!
Poderieis então gritar:
Viva a Patria!
que eu, sobre a cabeça d’esses paysanducos que se riram de vós, responderia com toda a energia de minha alma:
Honra á Assembléa Recreativa!