—Obrigado... ô—ôbrigado!... sou cul... cul... pado... gaguejou o principe.
(Esqueceu-nos dizer que gaguejava um tanto; e d'ahi, é moda.)
—Cul... culpado! Ora imagine que, o anno passado, quiz abs... absolutamente vir aqui, acrescentou a mirar a casa através da luneta.
Mas tinham-me mettido medo: disseram-me que por aqui andava a có... cólera...
—Não, principe, não a tivemos por cá, affirmou Maria Alexandrovna.
—Tinhamos a morrinha, meu tiozinho, interrompeu Mozgliakov, que se quer tornar conspicuo.
Maria Alexandrovna méde-o com olhar sevéro.
—Ha de ser isso... a mo... mo... rrinha ou coisa que o valha. E vae, eu então deixei-me ficar. E seu marido,{33} minha que.. querida Maria Nikolaievna, ainda está na ma... a... gistratura?
—Não, principe, diz Maria Alexandrovna, meu marido não está na ma... a... gistratura.
—Iá apostar que o tiozinho a está confundido com a Anna Nikolaievna Antipova! exclama o perspicaz Mozgliakov.