—Res... peitem—o meu na... nariz... sequer ao menos!{177} É verdadei... ro! exclama, o principe banzado de todo.—Fôs... te... tu que me de... nunciaste, meu amigo!
Para que fôste contar que o meu—cabêllo era—po... postiço?
—Tiozinho!
—Não, meu amigo, já aqui não posso ficar... leva-me para qu... alquer parte... Que gente!
Para onde tu me trouxeste!... Valha-me Deus!
—Idiota! vocifera Maria Alexandrovna.
—Ai! meu Deus! suspira o coitado do principe. Já nem sei porque seria que aqui vim parar—mas vou ver se me lembro.—Leva-me d'aqui para fora—mano! Faziam-me em bo... bocadinhos!—E depois, é urgente que eu vá anotar um... uma ideia... ca... capital.
—Venha d'ahi, querido tio, ainda estamos a tempo. Vem commigo ahi para um hotel, qualquer, e não me aparto do tio...
—Mas... está... cclaro, com o senhor...
Adeus minha lin... da menina!