—Socéga, meu amigo... s... são postiços, diz o principe a olhar muito ufano para Pavel Alexandrovitch.

—Postiços!?—É inacreditavel! E as suissas, então? Confesse que as pinta, tiozinho!

—Não só as pin... into, como são postiças e mais que... que pos... tiças!

—Postiças! Isso agora, tenha paciencia, o tio está a caçoar commigo!

—Pa... lavra de honra, amigo! exclama o principe desvanecido. Ora põe na tua ideia, que toda a gente... sem excepção—anda ill... udida, como tu. A propria Stepanida Matveina não quer acreditar que o sejam, e olha que é ella quem m'as põe. Mas tenho a certeza, meu amigo, de que me has de guardar segredo—Dá-me a tua pa... palavra de honra...

—Conte desde já com ella, querido tio! Mas, insisto, suppõe-me então capaz de semelhante vilania?

—Ai! meu amigo! Que tombo que eu apanhei! Não fazes ideia! O Pamphili, tornou-me a virar a car... a carruagem.

—Pois elle tornou a pregar-lhe outro tombo? Mas quando?

—Iamos nós quasi a chegar ao... mo... mos... teiro... {134}

—Já sabia, tiozinho!