Tinha dois mil homens, os francezes tinham vinte mil, eu tomava o quartel Corsini com uma companhia, elles retomavam-no com um regimento.

É porque, bem como eu, os francezes comprehendiam perfeitamente a importancia da posição.

Os meus bersaglieri voltaram, tinham deixado quarenta mortos no jardim da villa; quasi todos estavam feridos.

Era preciso esperar novas forças.

Mandei Orrigoni e Ugo Bassi percorrer a cidade, com ordem de me trazerem tudo que encontrassem; queria, para descargo de consciencia, tentar um ultimo, mas supremo esforço.

Abriguei os meus homens por detraz do Vascello.

Uma hora depois, pouco mais ou menos, chegaram-me, misturadamente, companhias de linha, estudantes, douaniers, o resto dos bersaglieri lombardos, e fragmentos de diversos corpos.

No meio d'elles vinha Marina a cavallo, que me trazia uns vinte lanceiros.

Tinha ido curar-se e voltava a tomar parte na acção.

Sahi então do Vascello com um pequeno grupo de dragões; immediatamente começaram os gritos de «Viva a Italia! Viva a republica romana!» o canhão troou, e as balas, passando por cima de nossas cabeças, annunciaram aos francezes um novo attaque; e, a um tempo, sem ordem, misturados todos, Marina á frente dos seus lanceiros bersaglieri, eu á frente de todos, lançamo-nos sobre a inexpugnavel villa.