Ao romper do dia fui atacado pelos austriacos.

Tinham-se primeiramente apoderado de Rodero, que haviam encontrado abandonado, porque durante a noite a guarnição havia-se retirado para a Suissa. Fiquei com os meus sessenta e oito homens.

Chamei os trinta homens que estavam em Catzone e dirigi-me para S. Maffeo aonde podia resistir.

Apenas ahi tinha chegado fui logo atacado. De Rodero os canhões austriacos nos enviaram foguetes á congreve.

Lancei os olhos em roda de mim, a montanha estava rodeada de cavallaria, mas apezar d'isso resolvi-me defender-nos em quanto podessemos.

Os austriacos começaram o assalto. Infelizmente cada um de nós só tinha vinte cartuxos, e as nossas espingardas não eram das melhores.

Ao estrondo da fuzillaria as montanhas da Suissa, visinhas de S. Maffeo, cobriram-se de curiosos, e cinco ou seis d'estes não se podendo conter vieram unir-se comnosco tomando parte no combate.

Sustentei o combate até que os meus homens tivessem queimado os ultimos cartuxos.

Esperei sempre que Garibaldi ouvindo o estrondo do combate viria coadjuvar-me, mas Garibaldi tinha mais que fazer, porque tendo os austriacos marchado sobre Luino, Garibaldi ia-lhe ao encontro.

Tendo queimado até ao meu ultimo cartuxo, pensei que era tempo de cuidar na retirada. Guiados pelos nossos suissos tomámos atravez os rochedos um caminho sómente conhecido dos habitantes do paiz.