NOTICIA
de
Livreiros e Impressores em Lisbôa
na
2.ª METADE DO SECULO XVI
I
II
III
IV
«Não vou por esse caminho!
Fallae ao que vos pergunto,
Dizei, negrinho sandeu:
saibamos que mal vos fiz,
porque não me daes perdiz,
pois que m'a compraes do meu?
«Nunca elle mim acha...
Muito caro, nunca bem...
Mim dá-le treze vintem
pr'o dôzo; não querê dá.
A regatêra muito máo!
Mim dize quére vendê?
Elle logo saconde...
medo Gasapar da náo
proqu'elle logo prende.»[15]