É ver que os contemplativos,

Sabendo a minha innocencia,

Dão a seu mentir ouvidos.

Até os mesmos culpados

Têm tomado por capricho,

Para mais me difamarem

Pôrem pela praça escriptos,

Onde escrevem sem vergonha,

Não só brancos, mas mestiços,

Que para os bons sou inferno,