Que sem ter eira, nem beira,

Engenho ou juro sabido,

Tem amiga e joga largo,

Veste sedas, põe polvilhos:

D’onde lhe vem isto tudo?

Cahe do céu?—tal não affirmo:

Ou Sancto Unhate lh’o dá,

Ou do Calvario é prodigio.

Consultem agora os sabios,

Que de mim fazem corrilhos,