Parece que sae sempre de mergulho.
Não pinto as faltas
Dos olhos baios,
Que versos raios
Nunca ferem sinão em coisas altas.
Mas a fachada
Da sobrancelha
Se me assimelha
A uma negra vassoura esparramada.
Nariz de embono
Parece que sae sempre de mergulho.
Não pinto as faltas
Dos olhos baios,
Que versos raios
Nunca ferem sinão em coisas altas.
Mas a fachada
Da sobrancelha
Se me assimelha
A uma negra vassoura esparramada.
Nariz de embono