Nunca falta um bom compadre,
Que ou entretenha o credor,
Ou faça esperar o alcaide.
Passa um anno, e outro anno,
Esperando que elle pague,
Que uns lhe dão para que ajuncte,
E outros para que engane.
Nunca paga, e sempre come,
E quer o triste mascate,
Que em fazer a sua estrella