O rosto de azarcão afogueado,

E em partes mal untado,

Tão cheio o corpazil de godilhões,

Que o tive por um sacco de melões,

Vi-te o braço pendente da garganta,

E nunca prata vi com liga tanta!

O bigode fanado posto ao ferro

Está alli num desterro,

E cada pello em solidão tão rara,

Que parece ermitão da tua cara;