Val pouco tomado a olho,

Val menos tomado a pezo.

Os que prézo, e que desprézo,

Todos serão de uma casta,

E só moços de canasta,

Entre veras e entre chanças

Com pezos e com balanças

Vão á justiça os mais:

Não vos espanteis, que inda lá vem mais.

Porque como em Maranhão