Virá a frota para o anno,
E que leve vos agouro,
Si não tudo a pezo de ouro,
A pezo tudo de engano:
Não é o valor deshumano,
Que a cada oitava se dá,
Da prata, que corre cá,
Pelo meu fraco conceito;
Mas o cobrar fiel direito,
E obliquo quando pagais: