A risco de sape, dinheiro de miz.

Sinão quando na horta do Duque

Andando de ronda um certo malsim,

Estumando-lhe um cão pechelingue

O demo do gato botou o seitil.

Marinicolas vendo-se entonces

De todo expurgado sem maravedi,

Alugava rapazes ao povo,

Por ter de caminho de quem se servir.

Exercendo-os em jogos de mãos