Lhe não sahira aos embargos.

«Eu sou gato de um meirinho,

Disse, que pelos telhados

Vim fugindo a todo o trote

Do poder de um saibam quantos.

Com que venho a concluir

Que servindo a taes dous amos,

Hei de fallar por primeiro,

Porque sou gato de gatos.

Falle, disse o Presidente,