E me acolhi ao sagrado

De uma vara de justiça,

Que é valhacouto de gatos.

Sahe meu amo aos prendimentos,

E eu fico em casa encerrado

Por caçador de balcões,

Onde jejuo o trespasso.

Porque em casa de um meirinho,

Nas suas arcas e armarios,

É quaresma toda a vida,