Nunca dobro a téla em quatro,

Por dar um córte a seu dono

E outro a mim pelo trabalho.

Nem menos peço dinheiro

Para retroz, e o não gasto,

Porque o gavetão do cisco

Me dá o retroz necessario.

Não sizo covado e meio

Por dar um collete ao diabo,

Nem vendo de téla fina