Uma Thebaida de gatos.

Não póde o pão das esmolas

Manter tantos remendados,

Que em lhe manter as amigas

Sendo infinitas, faz arto.

Dei com isto em tizicar-me

E esburgar-se-me o espinhaço,

Não tanto já de faminto,

Quanto de escandalisado.

Não posso viver entre homens,