Ao maior Frizão de Hamburgo:

Cuja bocca é mentideira,

Onde acode todo o vulgo,

A escutar lá sobre a tarde

As mentiras como punhos:

Mentideiro frequentado

De quantos Senhores burros

Perdem o nome de limpos,

Pela amizade de um sujo:

Cuja lingua é Relação,