Que a fortuna é villão ruim,

Para os seus sempre a chegar-se,

E de vós sempre a fugir.

Agradais-me dentro d’alma,

Que como eu tambem cahi,

E os similhantes se amam,

Por similhante vos quiz.

Tende-me em conta de amigo,

E tereis sempre de mim

Excessos de par em par,