D’estes avaros mofinos,

Que põem na meza pepinos,

De toda a iguaria isenta,

Com seu limão e pimenta,

Porque diz que queima e arde:

Deus me guarde!

Que pregue um douto sermão

Um alarve, um asneirão;

E que esgrima em demasia

Quem nunca lá na Sophia[1]