Como branqueando pellos,
Não me branqueias cruzados?
Si corres tão apressado,
Como paraste commigo?
Corre outra vez, inimigo,
Que o teu curro é meu sangrado:
Corre para vir mudado,
Não pares por mal de um triste;
Porque si pobre me viste,
Paraste ha tantas Auroras,