Tão pobre é nossa gadelha,

Que nem de lendias é farta,

E inda que cheia de aneis,

São aneis de piassaba.

Vossa cara é tão estreita,

Tão faminta e apertada,

Que dá inveja aos Buçacos,

E que entender ás Thebaidas.

Tende dois dedos de testa

Porque da frente á fachada