Que nem Deus te quererá:
Adeus, povo; adeus, Bahia,
Digo canalha infernal,
E não fallo na nobreza,
Tabula era que se não dá.
Porque o nobre emfim é nobre,
Quem honra tem, honra dá,
Picaros dão picardias,
E ainda lhes fica que dar
E tu, cidade, és tão vil,