INDICE DO TOMO I
| Introducção | [V] |
| Vida do dr. Gregorio de Mattos Guerra pelo licenceado Manuel Pereira Rebello | [1] |
| Aos vicios: tercetos | [41] |
| Benze-se o P. de varias acções que observava na sua patria | [45] |
| Reprovações | [48] |
| Verdades | [53] |
| Justiça que faz o P. na honra hypocrita pelos estragos que anda fazendo na verdadeira honra | [67] |
| Dialogo entre o Demonio e a Alma | [73] |
| Contra os ingratos murmuradores do bem que actualmente recebem da mãe universal, que os affaga, se queixa a Bahia, confessando-se das culpas, que lhe dão, pelos preceitos do Decalogo | [77] |
| Á gente da Bahia | [100] |
| Observações criticas sobre varias materias por occasião do cometa apparecido em 1680 | [109] |
| A fome que houve na Bahia no anno de 1691 | [116] |
| Retrato do governador Antonio Luiz da Camara Coutinho | [120] |
| Milagres do Brazil. Ao padre Lourenço Ribeiro, homem pardo, que foi vigario da freguezia de Passé | [126] |
| A um homem humilde que se metteu a fidalgo | [130] |
| A uma briga que teve certo vigario com um ourives por causa de uma mulata | [134] |
| A prisão de duas mulatas por uma querella que d’ellas deu o celebre capitão Domingos Cardoso, de alcunha o Mangará, pelo furto de um papagaio | [138] |
| Epigramma sobre varios assumptos | [141] |
| Descreve o P. racional e verdadeiramente queixoso os extravagantes meios com que os extranhos dominam indignamente sobre os naturaes na sua patria | [144] |
| Retrato do governador Antonio de Sousa de Menezes, chamado o Braço de Prata: sylva | [154] |
| Ao confessor do arcebispo d. frei João da Madre de Deus | [159] |
| Em 1686 diminuiram aquelle valor a que se havia erguido a moeda quando o P. estava na côrte, onde então com seu alto juizo sentiu mal do arbitrista que assim o aconselhára a el-rei, & | [164] |
| Retrato do padre Damaso da Silva | [168] |
| Marinicolas | [172] |
| Ao Braço Forte, estando preso por ordem do governador Braço de Prata | [180] |
| Á D. João de Alencastre, que vindo do governo de Angola por escala a Bahia, e estando nella hospede do governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara Coutinho, seu cunhado, em cujo desagrado se achava o P., se queixou de que este o não houvesse visitado, pedindo-lhe que ao menos lhe fizesse uma satyra por obsequio | [185] |
| Á João Gonçalves da Camara Coutinho, filho do dito governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara, tomando posse de uma Companhia de infantes em dia de S. João Baptista, assistindo-lhe de sargento seu tio dom João de Alencastre | [188] |
| Á Pedro Alvres da Neiva, quando embarcou para Portugal: romance | [191] |
| No Boqueirão de S. Antonio do Carmo, dentro de uma peça de artilharia descavalgada esteve muitos dias uma cobra surucucú assaltando aos que passavam com morte de varias pessoas, sendo governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara Coutinho (é este o assumpto da poesia): romance | [197] |
| Á Brites, uma parda dama, vulgarmente chamada Betica, pedindo-lhe cem mil réis: romance | [200] |
| Á Annica, outra similhante parda, pedindo-lhe um cruzado para pagar uns sapatos: romance | [204] |
| Á umas moças que costumavam ir a uma roça: romance | [207] |
| Á mulata Joanna Gafeira, estando queixosa do P. a haver satyrisado | [209] |
| Á Damazia, outra mulata que chamava seu um vestido que trazia de sua senhora: romance | [212] |
| Á uma dama por nome Ignacia Paredes: romance | [215] |
| Á uma moça por nome Barbara: romance | [219] |
| Satyrisa allegoricamente a varios ladrões da republica: romance | [223] |
| Ao padre Damaso da Silva: romance | [232] |
| Á Bento Pereira: romance | [237] |
| Aos cavalleiros que correram na Festa das Virgens no anno de 1685, primeiro do govêrno do marquez das Minas | [239] |
| Á cavallaria da Festa das Virgens no tempo do governo de João de Alencastre, sendo juiz Gonçalo Ravasco Cavalcante de Albuquerque | [249] |
| Chegando o marquez das Minas a governar o Estado com o conde do Prado, seu filho, tractou logo de alliviar os magnates da Bahia, chamando-os do desterro em que padeciam, amedrontados do seu antecessor pela morte que outros deram ao alcaide mór Francisco Telles, e por acção de graças lhe fez o secretario de Estado Bernardo Vieira Ravasco esta decima, que o P. glozou com os primeiros costumados metaphoricamente | [264] |
| Á uns clerigos, que indo ao exame do cantochão para ordens sacras na presença do arcebispo d. João Franco de Oliveira, desafinaram perturbados | [270] |
| Epistola ao conde do Prado: romance | [273] |
| Á tres freiras do Convento da Rosa, todas irmãs, a quem ouviu o auctor cantar, e a uma tanger rabecão | [277] |
| Á duas moças pardas | [280] |
| Á sogra de Gonçalo Dias, mandando-lhes uns sonhos | [283] |
| Á Brites, uma dama pretendida de muitos e de nenhum lograda | [286] |
| Conversa que teve o auctor em uma roça com a mesma dama | [289] |
| Á mesma Brites, arrependida de haver casado | [291] |
| Á uma moça chamada Thereza, de côr trigueira | [294] |
| Á uma dama a quem o P. em certa occasião achou mais formosa do que costumava ver | [296] |
| Á uma dama esquiva | [299] |
| Dando uma que da á vista de uma dama, que se entende ser a celebrada Babú | [302] |
| Julga o P. com subtileza a culpa de acontecimentos iniquos no tempo abstracto. Entende-se ser esta obra satyra ao governador Antonio de Sousa de Menezes, por alcunha o Braço de Prata | [305] |
| Á Luiz Cesar de Menezes, governador de Angola, pedindo-lhe de Carconda certo favor ou despacho por titulos de comedias | [309] |
| Redargue o P. a doutrina ou maxima do bem viver que muitos politicos seguem de involver-se na confusão de homens perdidos o nescios, para passarem com menos incommodo esta humana vida | [312] |
| Descreve o rico feitio de um celebre Gregorio de Negreiros, em que varias vezes falla, moço com quem gracejava com divertimento naquelle sitio | [318] |
| Á Henrique da Cunha, chegando do sitio da Itapema á Cajahyba | [321] |
| Pedindo-se a soltura de um mulato á seu senhor | [326] |
| Á Antonia, moça parda de Pernamirim chamada vulgarmente Catona | [329] |
| Á mesma Catona, despedindo-se o auctor de Pernamirim para a villa de S. Francisco | [332] |
| Á Annica, uma mulata da Cajahyba | [335] |
| Á uma mulata de Pernamirim chamada Luzia | [338] |
| Á Antonia, moça parda, chamada a Marimbonda, que morava na rua da Poeira, e a viu o P. no Campo da Palma debaixo de uma urupemba em casa de uma amiga. Allude ao remedio sympathico de se queimar a casa dos marimbondos, para se extinguir logo a dôr das suas picadas | [341] |
| Saudoso de Pernamirim e por occasião de haver visto na villa de S. Francisco, onde estava, um moleque chamado Moçorongo, escreve a um amigo d’aquelle sitio: romance | [344] |
| Escreve tambem queixoso a um seu amigo Ignacio, morador em Pernamirim, em quem falla no romance antecedente: romance | [347] |
| Á Antonio de Andrade, sendo dispenseiro da Misericordia | [351] |
| Ao capitão João Rodrigues dos Reis, homem generoso e alentado, grande amigo do P. | [354] |
| Despede-se o P. da Bahia quando foi degradado para Angola | [357] |
Nota
A capa foi criada pelo transcritor e se coloca no dominio publico.