—Não te apoquentes, filho, foi um outro sonho que tive.
—E de que constava elle?—interrogou Belzebuth.
—De uma arvore que antes produzia maçãs d'ouro e que actualmente está despida de folhas. Qual a rasão do caso?
—Ora, é bem simples! tornou o demonio. É um rato que roe a raiz.{109}
Os salteadores... leram... (pag. 100)
Matem-n'o que a arvore continuará a dar maçãs d'ouro; do contrario, o rato continuará na sua obra de destruição e a arvore definhará. Mas deixe-me socegado com sonhos; se me torna a acordar, não tenho outro remedio senão faltar-lhe ao respeito.{110}
A velhota ameigou-o com boas palavras, e continuou acalentando-o, até que o viu de novo ferrado no somno; então, arrancou-lhe o terceiro cabello. O diabo deu um pulo, soltou um grito e ia-se zangando devéras com a mãe, mas esta cortou-lhe os impetos, dizendo:
—Oh, filho, quem é que é superior aos sonhos!
—Que sonho foi esse para assim me despertar! Decerto é muito curioso!