[762] Barbos. no Catalog. das Rainh. p 404. e o Doutor Ignacio Barbosa seu irmaõ nos Fast. da Lusit. a 12 de Fevereir. p. 511. Sous. Histor. Genealog. tom. 3. p. 525.
[763] Barbos. allegad. Les Delices de l’Espagne tom. 2. p. 285
[764] Ibid.
[765] Ibid.
[766] Os irmãos Barbos. hum no Catal. das Rainh. e outro nos Fast. da Lusit. tom. 1. p. 691. Sousa Histor. Geneal. tom. 7. p. 247. Catastrof. de Port. p. 133. Passarel. de Bell. Lusit. L’Abbé de Vertot Histoir. des Revolut. de Portug. pag. mihi 52. e 152. Santuar. Marian. tom. 7. pag. 10. e 132.
[767] Sous. Histor. Geneal. tom. 7. p. 725. e segg. Barbos. no Catalog. das Rainh.
[768] Iidem ibid.
CAPITULO VIII.
Dos Filhos legitimos, e illegitimos dos soberanos Reys de Portugal.
Neste Reino assim como a succesaõ dos Serenissimos Reys se introduzio por via de morgado, conforme o uso de Castella, tambem o portentoso Heroe D. Affonso Henriques depois de acclamado Rey deu o mesmo Regio titulo a seus filhos,[769] e se costumou até ElRey D. Affonso II. que a todos chamou Infantes, o qual titulo nos primogenitos igualmente com seus irmãos durou até o tempo delRey D. Duarte, que à imitaçaõ dos Reys de Inglaterra ordenou, que seu filho D. Affonso V. fosse chamado Principe, e foy o primeiro, que em Portugal começou a intitularse assim.[770] O mesmo tratamento de Princeza tinha tambem a filha delRey, que nascia primeiro, em quanto naõ havia filho varaõ. Os outros filhos se chamavaõ Infantes; porém os filhos destes tinhaõ só o tratamento de Senhores. Isto supposto, daremos huma breve noticia de todos os filhos, que os Senhores Reys de Portugal tiveraõ.