Levantou-se. Ella tinha de passar por ali e elle tremia.
Quasi sem forças, desvairado, mal poude pronunciar:
—Bravo! Bravo!
Ella parou um pouco assustada. Vendo-o tão pequenino, na meia escuridão, julgando-o provavelmente uma creança, tocou-lhe com dois dedos na cara. Mas, picando-se nas barbas, retirou a mão e disse:
—Pardon, monsieur.
E quando passou... sorriu-se para elle.{127}
[O MEU REWOLVER]
Em dezembro. O sol morria depois de curta vida. A tarde era fria e o vento cortava.
Triste, cansado, depois de um dia inutil, voltava para casa silenciosamente, mastigando um charuto insupportavel.
Pesava-me como cruz de ferro a ociosidade que não pudéra combater.