Dou, permitto! (Battendo o pé no chão.) Hade fazer-se o casamento. (Depois de pensar um pouco.) Mas quero levar o negocio de vagar, e com prudencia. Amanhã, quando estiver mais socegado, fallaremos. Agora deixe-me com a Joanninha; quero desabafar. Depois pensarei com mais descanço.

JOZE

Pois fique-se com Deos.—Taes coisas farei, que ámanhã acabarão as suas duvidas. Fie-se no que lhe digo. (Indo para sair.) É preciso que um homem saiba governar a sua caza, porque um homem é um homem. (Sáe.)

SCENA IV

Antonio Prudente e Joanninha

ANTONIO

Ninguem hade governar aqui mais do que eu! (Chamando.) Joanninha!

JOANNINHA

Meu pae!

ANTONIO