(Chorando e com muita dôr.) Eu... não choro nem lhe desobedeço. Deixo-me morrer.

ANTONIO

Historias! (Olhando para a filha com muita dôr.) As raparigas não morrem por tão pouco... não morrem... E tu... tu não me hasde morrer, filha... (Agarrando-a com muito amor.) Minha rica filha!

JOANNINHA

Meu pae! (Deitando-se-lhe nos braços, e escondendo a cara.) Se eu não posso viver sem elle...

ANTONIO

Viste-o hoje? Sei que chegou.

JOANNINHA

Vi-o; e ouvi os seus padecimentos. Tive tanto dó delle!

ANTONIO