(
Beijando a mão de sua mãe.
) Sr.ª mãe, minha senhora...
D. GONTRADE
Meu filho, não foste despedir-te de mim, vim eu.
D. MENDO
Não julguei que partiriamos tão depressa... (Abraçando-a.) Minha mãe, minha querida mãe perdoae.
INFANTE
De certo te perdoará... D. Gontrade ha de perdoar ao valente pagem, que vae ganhar nas batalhas a sua espada de cavalleiro, e ajudar-nos a accrescentar á terra, que seu pae defendeu e fez independente, novas provincias, com as quaes o nome de Portugal se tornará temido em toda a Hespanha.