Essa!... Não sei... (Pauza.) Tenho fé, tenho.
FR. BERMUDO
Tens um allivio, uma esperança—então bemdicta seja ella.—Deixa-me para mim essa tua vingança, Mendo. Violante odiar-te-hia, e morreria na desesperação, se tu lhe assassinasses seu pae.
D. MENDO
(Dando-lhe o punhal.)Ahi tens esse punhal... É um presente maldicto, esse que te dou.
FR. BERMUDO
(Beijando o punhal.) Este sangue, este sangue!... Oh! Chegou a hora que já foi tão desejada, e que tão temida é agora! (Á parte.) Terei eu n'este solemne momento o poder que até hoje me tem falecido?—Irmão, meu irmão... É por teu filho este sacrificio! Pede a Deus que me dê forças, meu irmão!
D. MENDO
Que tens?