Mendo perdoou-te a morte de seu pae; e eu, D. Gontrade, perdôo-te a morte de meu irmão!
D. GONTRADE
Meu filho!... O irmão de meu marido!... (Caindo com a fronte por terra.) Justiça eterna!
FIM DO 4.º ACTO.
ACTO QUINTO
Uma casa vasta, de abobada de volta abatida, apparencia triste e arruinada. Ao fundo porta em arco, por onde se vê uma parte de um clausto. Á direita uma porta, á esquerda um grande crucifixo, sobre um altar de pedra tosca, objectos proprios para uso da igreja. A luz dos primeiros raios do sol entra já por uma pequena fresta alta, e pelo fundo, mas a scena está ainda alumiada por dois brandões, seguros por braços de ferro, defronte do altar.
SCENA I
D. Mendo (coberto de armadura, ajoelhado.) Um templario.
O TEMPLARIO
Daqui a uma hora estará tudo prompto.