JOANNINHA
Matar-me é que elle pode.
JOZE
Prende-a uma promessa, bem sei, Joanninha. (Brandamente.) Fica-lhe bem a firmeza: comigo tambem a terá. Mas de que serve teimar nesse amor a um homem, que já morreu?
JOANNINHA
Não, não morreu. Não vé que me afflige... que trespassa aquella pobre mãe, dizendo isso?
MARIA
Não accredito no que elle diz, é mau homem... mente!
JOZE
Hade ter castigo tanto atrevimento! Insultar com injurias, desacreditar com aleives, um cidadão honrado, que tem de seu, que vive com os morgados maiores da Madeira!