| b | (boa abbade) | b bb |
| k | (kilo qual chimica) | k q ch c |
| d | (addido adhesão) | d dd dh |
| g | (aggregado) | g gg |
| l | (libello) | l ll |
| lh | (ilha) | lh |
| m |
(meu m
~ ambos m meu ... commenda) | m |
| (meu m | ~ ambos m meu ... commenda) | |
| n |
(não n
~ anda n não ... annel) | n |
| (não n | ~ anda n não ... annel) | |
| nh | (unha) | nh |
| p | (appropriado) | p pp |
| r | (ar) | r |
| t | (attonito theoria) | t tt th |
Contando achareis, para representar as doze inflexões instantaneas da nossa lingua, vinte e duas formas (não escogitando muito, pois por exemplo, gu para representar g guttural bem se podia considerar uma nova forma). Destas formas já conheciamos por incertas c, ch, g, r; e conhecemos agora como taes m, n: ora primeiro se hão de apresentar as certas. As formas lh, nh, dh, th são compostas; e primeiro se hão de apresentar as simples. Tiradas incertas e compostas, restam certas mas dobres, isto é, que ás vezes se dobram inutilmente b, d, l, p, t; certas e simples, isto é, que nunca se dobram k, q.
Por aqui haviamos de começar, se com o q não se annullasse muitas vezes o u, o que é absurdo; e se tivessemos palavra usual onde apresentar o k sem dependencia de letra desconhecida; mas só temos kilo, onde entra l que, portanto, ha de vir antes.
Mas b, d, p é o mesmo caracter invertido; approximemol-as: d, t, são irmãs na pronuncia.
Disto resulta que podemos ter por boa ordem a seguinte: t, d, b, p, l, k, etc.
Vamos ao t. Explicai, se quizerdes, a sua pronuncia ou simplesmente lêde-o na syllaba: o alumno vos seguirá.
| t tu teu tua tia ata atava fita fatia fatiota |
SEXTA LIÇÃO
Quando agrupámos as inflexões contínuas de duas em duas (f...v..., c...z..., x...j...), quizemos indicar o parentesco de cada par; isto é, que a primeira se pronuncía como a segunda, na mesma disposição de orgãos, com a differença que na primeira ha só folego e na segunda ha essa meia voz a que chamámos gemido.
O j é um x mais forte, um x gemido, vozeado.