f...(fé afflição phoca)f ff ph
v...(vai)v
ç...(suisso ceo aço maximo)s ss c ç x
z... (aza uso existe)z s x
x...(eixo chega ais faz)x ch s z
j...(ja geme osga)j g s
rr...(rua erro rhetorica)r rr rh

Achareis, para representar as sete inflexões continuas, vinte e duas formas que, descontando repetições, se reduzem a dezeseis; mas, destas dezeseis, sete teem diversos valores, a saber:

sc seu
z uso
x triste
j tisna
xch eixo
z existe
ç proximo
sexo
cç ceo
k cai
... acto
ggelo
agua
chx chefe
k chimica
zz zelo
x fiz
rera
raio

Ora destas formas de valor incerto nenhuma convinha para os primeiros exercicios. Das outras, uma tem valor certo e exclusivo, que é v: as mais não teem valor exclusivo mas teem valor certo, que são f, ff, ph, ç, ss, j, rr, rh; mas embora tenham valor certo, as compostas não seria bom methodo antecipar ás simples; ç é uma letra anomala; ff comprehende-se em f. Isto tudo supposto restam v f j.

Começámos pela mais perfeita, v, que maiuscula ou minuscula conserva a mesma forma, nunca se annulla dobrando-se debalde ou escrevendo-se por amor da etymologia, tem sempre o mesmo valor e só ella tem esse valor, presta-se com as vogaes a muitas combinações familiares, e representa uma inflexão gemida, isto é, duplamente apreciavel ao ouvido do principiante pela continuidade e pela intensidade.

Do v passámos ao f, pela analogia da pronuncia. Passamos agora ao j.

Os antigos punham o valor da letra no primeiro elemento do nome que lhe davam; razoavel systema de designações principalmente para as consoantes instantaneas, que mal se podem proferir em separado sem lhes exagerar o valor. Jota e xiz são os nomes que temos n'esse genero (preferiveis a éfe éle, etc. onde a inflexão vem encravada em duas vozes dum modo obscuro); mas taes nomes constituem excepção, e impõem a necessidade de fazer distincção entre o nome e o valor, o que o alumno embora perceba facilmente, não deixa por isso de se embaraçar na prática, porque lhe occorrem as duas cousas, nome e valor. Aquellas designações antigas fundadas numa base até certo ponto filosofica, eram nomes geralmente compostos, verdadeiros nomes, com toda a melodia da lingua, sem aquella simplicidade d'algumas denominações nossas como , ; por isso peores de conciliar com a soletração. Ao d, por exemplo, chamavam daleth, ao a aleph, ao l lamed. Em quantos annos chegaria o desgraçado alumno a soletrar (claro está, inconscientemente, de memoria, á força de repetições sem conto) daleth aleph lamed, dal?!

(daleth

aleph