[10] De todos os reis de Portugal, exceptuando os Filippes, os unicos que estão sepultados no estrangeiro, são dois bem desgraçados: D. Sancho II e D. Miguel I.

[11] O diploma é datado de Elvas, 25 de fevereiro de 1267, e acha-se na Torre do Tombo, gaveta 13, maço 9, n.ᵒ 19.

[12] Torre do Tombo, chancellaria de D. Affonso III, livro 1.ᵒ fl. 141.

[13] D. José Barbosa, no Catalogo das Rainhas de Portugal, diz que a rainha D. Beatriz de Gusmão falleceu a 27 de outubro de 1303; porém, o sr. João Pedro da Costa Basto encontrou na Torre do Tombo a data acima indicada, que Figanière menciona na sua obra Memorias das Rainhas de Portugal, pag. 121. Vid. Notas e documentos.

[14] D. Izabel d’Aragão foi beatificada por Leão X a 15 de abril de 1516 e canonisada por Urbano VIII a 25 de maio de 1625.

[15] Não são concordes os historiadores quanto ao fallecimento de D. Constança. D. José Barbosa affirma que falleceu aos 13 de novembro de 1345; mas o Obituario de S. Bartholomeu diz que a morte teve logar no dia 27 de janeiro de 1349. Vid. Notas e documentos.

[16] D. Leonor Telles está sepultada no mosteiro de Nossa Senhora da Mercê de Valladolid.

[17] El-rei D. João I teve além do duque de Bragança, D. Affonso, uma filha bastarda, que foi D. Beatriz, que casou em 1405 com Thomaz Fitz Alan, conde de Arundel, primo da rainha D. Filippa de Lencastre. A mãe d’estes filhos foi Ignez Pires, que depois foi commendadeira de Santos.

[18] A 24 de julho de 1429, o senhor de Roubaix, como procurador do duque de Borgonha, recebia em Lisboa a infanta D. Isabel.

[19] O infante D. Pedro despozára em 1428 D. Izabel, filha de Jayme II, d’Urgel, e da infanta D. Izabel de Aragão.