[29] Nota do autor: Nota de Simonet: Ibn-Said, citado por Al-mahkari. Tomo 7, 124.

[30] Nota do autor: Nota de Simonet: «Nebriga traduce por pavimento o suelo de azulejos y Freund por suelo de mosaico».

[31] Nota do autor: Oliveira, Grandezas de Lisboa. Tratado XV, cap.

[32] Nota do autor: A propriedade de Nuno Martins é a quinta chamada ainda hoje da Palhavã; foi-lhe dada de emprazamento na era de César de 1451 (ano 1413) por Afonso Martins Palhavã e sua mulher Constança Atines, pelo foro animal de duas mil libras dos reais de três libras e meia. O Palhavã e mulher morreram sem herdeiros, o foro passou à coroa, e D. Duarte, em 11 de novembro de 1436, fez dele mercê ao dito Nuno Martins da Silveira, seu criado, do seu conselho e seu escrivão da puridade.

[33] Nota do autor: Sr. Visconde de Sanches de Baina, Resumo histórico dos Albuquergues, pág. 13.

[34] Nota do autor: Silva Túlio, Archivo pittoresco.

[35] Nota do autor: Afonso de Albuquerque, Comentários, part. IV, cap. XLV.

[36] Nota do autor: Gaspar Correia, Lendas da Índia, tom. iv, pág. 461.

[37] Nota do autor: São de notar estas circumstancias na morte de D. Manuel. Ironias do destino: Dia de abstinência de carne, número aziago para muitos; e da hora, que direi?!

[38] Nota do autor: Casa dos Bicos.