| Athenas | 30,9 |
| S. Petersburgo | 30,5 |
| Madrid | 28,0 |
| Lisbôa | 23,1 |
| Roma | 20,8 |
| Rio de Janeiro | 20,7 |
| Vienna d’Austria | 19,3 |
| Tokio | 18,9 |
| New-Iork | 18,3 |
| Paris | 17,6 |
| Berlim | 17,1 |
| Londres | 15,6 |
Actualmente, o Rio de Janeiro é, pelo menos, tão salubre como New-Iork e Paris.
Este assombroso resultado é uma das glorias mais refulgentes e impereciveis da administração republicana do Brasil.
A ultima estatistica official indica a mortalidade, no Districto Federal, de 16 por 1:000 habitantes, annualmente.
Para manter esta proporção consoladôra e acima de toda a espectativa, muito contribúe o abastecimento de aguas á capital da Republica, hoje consideravelmente augmentado e aperfeiçoado.
A distribuição do precioso liquido está a cargo da Inspectoria Geral de Obras Publicas, subordinada ao ministerio da Industria e Viação, e faz-se por 26 reservatorios, caixas, açudes e reprezas, que occupam situações elevadas dos seis districtos em que, para o effeito da distribuição, está dividido o Districto Federal. O primeiro reservatorio construido foi o do Pedregulho, em 1876, celebre pelas suas fendas, que custaram milhares de contos ao Thesouro. Só no anno de 1905 gastou o governo da União a somma de 20:000 contos para augmento do abastecimento de agua á cidade do Rio de Janeiro, arrabaldes e suburbios.
Actualmente é o Districto Federal abastecido, diariamente, da seguinte fórma:
Eis o quadro da mortalidade geral, no Rio de Janeiro, em 1906: