—Uma menina, D. Ermelindinha, uma menina.—

—Oh, uma menina, tragam-m'a, quero vel-a.—

O Doutor sahiu.

Fóra o Alberto passeava lentamente; o Jorge sentara-se, os cotovellos fincados sobre uma meza.

—Não ha perigo; está a cousa prompta; foi muito feliz até, vamos lá, por ser a primeira vez... parabens—e o medico accendeu um charuto.—

Vou ainda para o escriptorio, ate ás quatro, se fôr necessario mandem dizer; a parteira é de confiança...

O Jorge alvoroçou d'uma alegria intima; parecia-lhe até que não sentira tanta, quando ha vinte e seis annos, lhe annunciaram a existencia d'aquella que agora o fazia avô.

—Um baptisado de pompa, ein!—

—Está dito—concordou Alberto.

Elle, por si, não sentira accelerar-se muito a sua emotividade, confrontava o caso um pouco analogo com o da Annita,