A larangeira ao pé da nóra já me conhecia—punha-se a fingir que era o vento que a fazia mexer.

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Acho mais sinceros os dias de chuva. Nos dias em que chove ponho­me a pensar que não sou eu só que vivo arreliado. Depois, o cheiro da terra molhada é que me faz de novo animar.

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Ás vezes ponho-me a pensar em coisas que eu nunca vi. Naturalmente só ha muito longe, nas outras terras!

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Estou a espera de ser grande para ver se o que eu penso é verdade ou não. Se não fôr, mato-me!

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Gósto mais dos bois de barro que dos bois verdadeiros.

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