Seu amigo comprehendeu-a, e ajoelhando, juntou as mãos como ella.
—Tu repetirás todas as minhas palavras; e faze por não esquecê-las. Sim?
—Ellas vêm de teus labios, senhora.
—Senhora, não! irmã!
Dahi a pouco os murmurios das aguas confundião-se com os accentos maviosos da voz de Cecilia que recitava o hymno christão repassado de tanta uncção e poesia.
A palavra de Pery repetia como um écho a phrase sagrada.
Terminada a prece christã, talvez a primeira que tinhão ouvido aqnellas arvores seculares, a viagem continuou.
Logo que o sol chegou ao zenith, Pery procurou como na vespera um abrigo para passar as horas de calma.
A canôa pojou n'um pequeno seio do rio, Cecilia saltou em terra; e seu companheiro escolheu uma sombra onde ella repousasse.
—Espera aqui; Pery já volta.