—De muito bom grado, respondeu Phil Evans.

Um instante depois, com os pés em cima dos hombros de Fricollin, tinha os olhos á altura da setteira.

A setteira estava fechada, não com um vidro lenticular, como o de uma vigia de navio, mas com um vidro simples. Apesar de não ser muito espesso, não deixava vêr nada a Phil Evans, cujo raio visual estava excessivamente limitado.

—Pois parta o vidro, que talvez possa assim vêr melhor.

Phil Evans deu uma forte pancada com o cabo do seu bowie-knife sobre o vidro, que produziu um som argentino, mas não se partiu.

Segunda pancada, ainda mais violenta. O mesmo resultado.

—Bem! exclamou Phil Evans. Vidro que se não parte!

Com effeito, era preciso que aquelle vidro fôsse de um que é temperado pelos processos do inventor Siemens, pois, apesar de golpes repetidos, permaneceu intacto.

O espaço porém já então estava assaz esclarecido para que o olhar pudesse extender-se para fora, pelo menos no limite do campo de visão cortado pela moldura da setteira.