—Obrigado.
O medico sahiu, recommendando á Noca mil cuidados com Milla. Duas horas depois, a casa estava em silencio; as creanças dormiam, e Nina, não vendo Ruth nas salas, julgou-a recolhida e desceu devagar ao escriptorio do tio, que achou escrevendo na sua larga secretária.
—Dá licença, tio Francisco?
O negociante encobriu depressa com o braço o papel em que escrevia, e respondeu:
—Póde entrar.
E Nina entrou, embaraçada, percebendo o movimento do tio.
—Que quer você?
—Quero pedir-lhe um favor...
—Eu ainda os poderei prestar?!
—Oh! tio Francisco!