—Escreveu-te?
—Telegraphou a D. Alice, pedindo-lhe que mandasse o Feliciano esperal-o á Central.
—Ora, vê tu! telegraphou á outra, em vez de o fazer a ti, como era natural. Queres mais claro?!
—Eu sou hospede. É ella quem põe e dispõe aqui.
—É a dona da casa!
—Tal qual.
—E achas isso toleravel?
—Perfeitamente. É paga para isso.
—Elle deve chegar?...
—Ámanhã, ás oito da manhã.