—Tambem te desagrada?

—Completamente.

—Pobre rapaz... Prouvera a Deus que a outra fosse tão sincera...

O barão limitou-se a sorrir, com escarneo e tristeza.

Desceram.

A baroneza gritou:

—Feliciano! onde está minha neta?

—No quarto de D. Alice...

—Vá chamal-a.

E depois, como para si: a casa não é tão pequenina assim; o diabinho da menina mette-se naquelle quarto maldito... para que?!