—Vovó!
Alice levantou-se, perplexa.
—Já, lá para dentro! não ouviu? Ha que tempos a mandei chamar e a senhora é assim que obedece ás minhas ordens?! Quem manda aqui? Sou eu, ou é aquella mulher? Diga!
—Vovó... eu...
—Nem uma desculpa! Não quero ouvir mais nada! Tudo é mentira! Já; lá para dentro! e não me torne a pôr os pés neste quarto.
—Vovó...
—Cale a bocca! ande!... ande!
E, pela primeira vez em sua vida, a baroneza empurrou com as mãos fechadas, brutalmente, o corpo da neta.
—Saia d'aqui! já disse! Rode depressa, antes que eu perca a cabeça! Fuja! que está-me ficando perdida pelas más companhias!
E, sem interromper o tom de furia, com os olhos vermelhos, a papada tremula, voltou-se para Alice: